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O que é essa pressão do vazio?…
Entender que um movimento fala ao longe perto, e o que depende, tudo na real depende, da dualidade enquanto isso ter que!
Permitir entrar em contato com a consciência – absolutamente, ciclos, o que é essa voz? Para onde foi essa linguagem?
Eu te observo, eu me observo… mas quando eu sou como eu sou, sou um rio consciente, muito intenso, saca? E é tudo absolutamente memorial, memorial…
Como eu poderia perdoar? Quando tudo que eu tenho é o que eu sinto: miragem de nexos interiores-exteriores sobrevindo, sobrevindo no sentido… a energia do fértil, quando vive desvive.
Eu agora tenho que, de que forma, me erguer?
Mas, pelas manhãs, tudo se reergue, quando acordar é presente…
Como vai você? As vozes ausentes… Eu me pergunto: manhãs.
Eu me lembro quando falo dos ecos, e tudo é uma impressão de coisas que eu deixo de falar.
Cada dia é um dia outro. Muito acontecer nos desvios, nos amplos, nas coisas que se falam no momento: são! Podendo ser!
Sim e sim, estamos simultaneamente ouvindo os sons do nosso diálogo que se interpenetram absolutamente, para ver de certa forma que o que se fale seja cuspido objetivamente.
Quando a hidra da escrita submerge no silêncio…
Ando ouvindo ruídos, sons de rumos…
Eu também preciso do outro na minha presença, talvez…
Tampouco eu! Eu giro, giro em torno dos círculos infindos de fogo e das muitas ruínas da projeção.
As coisas que marejam o silêncio de azul, nas dimensões do complexo em que nós estamos aqui.
Corpo caminhando pela rua ou pela cama de uma pele sob a brisa do mistério que se interpenetra com os muitos níveis do rolê da vida!
E o que acontece quando a quentura do frio se depara com a conscientização demasiada do vazio?
Mas em tudo há uma falta de nossas presenças, bem aí no gesto…
E estamos fortes, eu sei! Quem a gente pega, o alto do som que a gente coloca, o óleo das miniaturas do incenso sobre a sombra, da respiração que me percebe corpo a corpo, o contato entre todas as coisas que ou sim ou não, mas, não importa, se aceitando, não importa em qual direção. Corpos que se movem pelo meio do mar.
Inclusive! Eu assisti o documentário da transição! Quando o oceano se derramou pela espera e eu em casa, eu que não estava em casa, ali no meio do mar, com ela, eu, com elas, eu não sei, eu sei…
O ritual sobreveio quando vi que eu poderia apenas lidar com o ar, com o cuidado em termos de coisas, simplesmente, acontecendo, no final das contas.
Eu vejo que estou aqui porque e desde que o tempo das coisas é impermanente e interrompe com o sentido.
Eu sei do átimo do segundo das luzes que entram pela tarde, acontecem, dentro da paragem que é estar vivo.